A taxa de inflação homóloga em Essuatíni acelerou ligeiramente para 2,9% no mês de Setembro de 2026, face aos 2,8% registados em Agosto. O cenário económico reflecte a forte pressão do encarecimento no sector da habitação, energia e transportes, de acordo com os dados apresentados pelas autoridades estatísticas locais.
Segundo o relatório oficial, o índice de bens avançou 3,6% em termos anuais, enquanto o sector dos serviços registou um incremento de 1,9%. Na variação mensal, o índice de preços ao consumidor teve um aumento de 0,2%, mantendo o mesmo ritmo do mês anterior. A categoria combinada de habitação, água, electricidade e outros combustíveis liderou a subida anual, com uma alta de 5,9%, correspondendo a um impacto de 1,7 pontos percentuais na taxa global.
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A desagregação das métricas indica que as tarifas de electricidade dispararam 15,1%, os combustíveis líquidos subiram 35,6% e o abastecimento de água aumentou 4,0%. No sector da mobilidade, os transportes registaram uma progressão de 4,2% face a Setembro do ano transacto, impulsionados pela subida de 25,1% nos custos de combustíveis e lubrificantes para viaturas particulares, além de uma alta de 15,8% nas viagens aéreas.
Paralelamente, as despesas com a educação subiram 3,4% no cômputo anual, reflectindo agravamentos de 6,2% no ensino primário, 3,1% no secundário e 4,4% no ensino superior. Por outro lado, o balanço salienta uma forte assimetria entre os preços regulados pelo Governo e os do mercado livre: as tarifas sob regulação estatal aumentaram 8,6% em termos homólogos, ao passo que os preços não regulados subiram apenas 1,4%, confirmando os custos públicos de energia e combustível como os principais motores da pressão inflacionária.
