O Banco de Moçambique e a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) reuniram-se para analisar o novo regime temporário de reservas obrigatórias. Esta medida visa flexibilizar o acesso ao crédito bancário e dinamizar o sector produtivo nacional.
O mecanismo terá a vigência de 18 meses. Durante este período, as instituições bancárias comerciais poderão deduzir das suas reservas obrigatórias os montantes correspondentes a novos financiamentos concedidos a empresas que actuem na substituição de importações e na promoção de exportações.
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No que concerne às condições financeiras, o plano estabelece uma taxa de juro de 9,25% para investimentos destinados à expansão da capacidade produtiva. Já as operações voltadas para as necessidades de tesouraria contarão com uma taxa fixada em 10,75%.
Durante a sessão de debates, a agremiação patronal defendeu a necessidade urgente de se definirem critérios de elegibilidade claros, simples e inclusivos. A CTA enfatizou a importância de garantir que as pequenas e médias empresas, activas nas diversas províncias do país, consigam efectivamente beneficiar deste mecanismo de apoio financeiro.
